A ideia de número não está restrita a espécie humana. Vários animais podem ser treinados para distinguir diferentes números de objetos. É lógico que não achamos que eles contam conscientemente os objetos, porém podem fazer distinção entre os números pelas diferenças de padrão criadas pelos mesmos.
A maioria de nós, por exemplo, ainda segue este padrão
quando lida com cartas de baralho mesmo tendo pouco conhecimento das mesmas assim
cada carta possui um pequeno número no canto superior esquerdo embora um
jogador não precise disso. Os desenhos de cartas anexos não possuem números. Isso
causa atrapalhação? Ou o leitor é capaz de reconhecê-las? Assim mesmo ao vê-las
e sem contar.
Um ponto crucial na história da matemática surgiu quando
foram necessários mais padrões; quando foi algo mais do que olhar para dentro
de uma caverna para ter certeza que os dois filhos estavam presentes, ou uma
vistoria no depósito de machados de pedra para se certificar-se de que lá
continuavam os quatro machados de reserva.
A certa altura o homem achou necessário transmitir
números. Ele tinha que se dirigir ao seu vizinho e dizer: “Escute, meu amigo,
você não tirou um dos meus machados de pedra na última vez que esteve na minha
caverna?” Então se o vizinho dissesse: Ora porque está pensando nisso? Seria
conveniente ser capaz de dizer “Veja meu amigo eu tinha quatro machados de
pedra reserva, e fiquei com três quando você foi embora”.
Em suma, é útil ter nomes para números diferentes.
Bibliografia
Asimov, Isaac. No mundo dos números. Rio de Janeiro: FranciscoAlves, 1995. págs.5,6.
Asimov, Isaac. No mundo dos números. Rio de Janeiro: FranciscoAlves, 1995. págs.5,6.
Postado por
Adriana
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